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Numa pequena cidade de 900 habitantes, uma mulher adoece. “É mau”, alguém diz numa esquina. O texto de Aureli fala-nos da doença repentina de uma mulher que vive nessa localidade perto de uma metrópole repleta de fábricas e incineradoras, onde, por causa do fumo, já não se consegue vislumbrar o azul do céu. Uma história que tem como protagonistas a doença, as nuvens tóxicas e o amianto que ameaçam destruir a vida de uma família, de uma cidade, de uma província, de uma região, de um país inteiro.
https://teatromosca.weebly.com/bolacha.html
Texto_ Daniele Aureli
Tradução _ Catarina Micaelo
Encenação _ Mário Trigo
Interpretação _ Milene Fialho
Assistência de encenação _ Maria Carneiro
Ilustração _ Alex Gozblau
Cenografia _ Pedro Silva
Figurinos _ Catarina Graça
Desenho de luz _ Diogo Graça
Direção de produção _ Inês Oliveira
Produção executiva e fotografia _ Catarina Lobo
Coprodução _ teatromosca e Hipérion Projeto Teatral
Financiamento _ República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto | DGARTES – Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Sintra
